Refeitório do Instituto Neymar Jr. produz cerca de 50Kg de alimentos por dia para almoço de colaboradores

22/06/2016

Refeitório do Instituto Neymar Jr. produz cerca de 50Kg de alimentos por dia para almoço de colaboradores

22/06/2016

Para uma boa alimentação não basta ter alimentos de qualidade, mas depositar todo amor e dedicação na hora de preparar as refeições é o principal motivo para a equipe do refeitório do Instituto Neymar Jr. Este não é apenas o serviço dessas pessoas, mas sim o momento de dar em troca tudo o que conquistaram em suas vidas e de suas famílias desde o começo do projeto.

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Equipe da cozinha do Instituto Neymar Jr. durante o almoço dos colaboradores

Composta por seis pessoas, o setor é um dos que mais comporta mães que possuem filhos matriculados no INJR, então o carinho colocado no preparo dos quitutes é em dobro. O público alvo desta equipe são os cerca de 150 colaboradores do Instituto que aqui almoçam de segunda a sexta-feira. As crianças não realizam a principal refeição do dia no INJR, por ficarem apenas 2 horas em atividade, cada uma.

A equipe comandada pela nutricionista Amanda Leal, de 23 anos, cozinha por dia cerca de 50 Kg de alimentos. O preparo começa às 6h e só termina às 10h quando a turma de professores das atividades educacionais chega para almoçar às 11h. Quando o sinal do relógio bate 12h é a vez da equipe de professores do esporte e todos os outros colaboradores dos setores diversos que do Instituto.

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Danilo em registro fotográfico durante o preparo da salada do almoço

Segundo Leal, além de tomar todo o cuidado na escolha dos alimentos certos para cada mês, ela também é responsável pelas boas práticas de manipulação e higiene no momento de preparar os quitutes.

“Escolho cada alimento do cardápio conforme a combinação entre eles e a necessidade de indivíduos saudáveis. A refeição do almoço é composta pelo prato base, prato principal, guarnição, quatro tipos de saladas, bebida e sobremesa”, conta ela que compões os pratos com proteínas, carboidratos e lipídios, além de vitaminas.

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Cerca de 50 Kg de alimentos por dia são preparados para o almoço dos funcionários

Passadas as instruções é hora de colocar a mão na massa definitivamente. As cozinheiras Priscila Ramos Barreto, de 32 anos, e Lúcia Helena Santana, de 46 anos, sabem o valor que precisam dar para o emprego conquistado no Instituto. Então todo cuidado é pouco no preparo dos alimentos, como conta Barreto.

“O que eu mais gosto de fazer é cozinhar. Eu amo. No meu ponto de vista não tenho dificuldade de cozinhar para 150 pessoas. Aqui o que os funcionários mais gostam é bife à parmegiana, lasanha, almôndega ao sugo, arroz integral e salada de fruta”, conta ela que tem um filho estudando no Instituto.

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Priscila é uma das cozinheiras responsáveis pelo preparo dos alimentos

Além de Priscila e Lúcia Helena, a equipe também conta com toda a retaguarda de mais três colaboradores. Adriane Oliveira e Leuton Danilo que são auxiliares de cozinha e Fabiana Ezidio, que é auxiliar de limpeza de cozinha. Eles são responsáveis por deixar tudo limpo, organizado e preparado para o horário da refeição e após o almoço.

Para Fabiana Ezidio, que também tem filhos matriculados no Instituto, o trabalho compensa tudo pela união da equipe do refeitório. Sempre dispostos a uma boa conversa com quem quer que apareça, eles sabem como deixar o trabalho mais divertido, como conta Fabi.

“O que eu mais gosto no meu trabalho é a união da nossa equipe da cozinha. Na nossa hora do almoço a gente costuma dar muita risada, porque para sair da rotina sempre aproveitamos para conversar”.

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Fabiana é responsável por deixar o refeitório limpo e organizado

Além do sentimento de alegria, o de gratidão também está entre essas mulheres e Leuton Danilo. A oportunidade de emprego é valorizada por eles, mas como conta Dona Helena, o orgulho de dizer que é cozinheira do Instituto Neymar Jr. nem cabe no peito.

Ela que nunca teve registro em carteira de trabalho e exercia a função de cozinheira nos quiosques da Praia do Canto do Forte, em Praia Grande, agora respira tranquila. “Minha vida mudou, porque eu nunca fui registrada e aqui tive essa oportunidade. Eu não aguentava mais trabalhar noite e dia no quiosque e esse emprego no Instituto caiu do céu. Minhas filhas estudam aqui e sentem orgulho de mim. Elas amam vir para cá”, encerra.

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Dona Helena, cozinheira do INJR, comemora primeiro emprego registrado em carteira de trabalho

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